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Quando Minha Vida Era A Minha Vida
Sobre o filme

O filme está em fase final de captação. Foi um dos projetos vencedores do Edital de Doctoring da SPCINE. O roteiro foi selecionado para o AUSTRALAB, onde recebeu consultoria de Lucrecia Martel. Foi também contemplado pelos programas de desenvolvimento e coprodução do IBERMEDIA e selecionado para o CINEMART - Rotterdam. O filme já conta com os atores César Bordon e Rita Cortese (Relatos Selvagens) e Maeve Jinkings (Aquarius) no elenco.

Sinopse
Quando Minha Vida Era A Minha Vida conta a história da "máfia da troca", organização que esconde foragidos em casas de famílias simples no interior do Brasil. Griselda, a líder, explica com naturalidade seu funcionamento: estas famílias são seduzidas a “trocar" parentes em estado vegetativo por jurados de morte, recebendo, em troca, uma quantia mensal de dinheiro. 
É através da história de Miguel Carrilo Leyva que começamos a aprender como o cartel da troca funciona. Miguel é um famoso traficante de drogas que foi jurado de morte e, por sugestão de seu advogado, utiliza os serviços de Griselda para se esconder em uma casa em Joanópolis, no interior de São Paulo. Em pouco tempo, sua antiga vida de luxo financiada pelo tráfico é transformada na de um fantasma que quase nunca sai de casa. 
Vivendo no lugar de um avô vegetativo em uma pequena casa escondida do mundo, ele começa a viver novos dramas e a desenvolver relações com cada membro dessa família. Dessa forma, o filme é um retrato sarcástico sobre elasticidade moral e parâmetros de absurdo. 
Diretor Carolina Markowicz

Carolina Markowicz  é uma roteirista e diretora paulistana.

Em 2007 co-dirigiu o curta-metragem 69-Praça da Luz, vencedor do Festival do Rio e exibido em mais de 20 países, inclusive no MoMa-NY.
 
Seu segundo curta, Edifício Tatuapé Mahal, cujo roteiro foi vencedor do Prêmio Estímulo ao Curta-Metragem da Secretaria Estadual de Cultura, estreou no TIFF – Festival Internacional de Toronto, onde Carolina foi apontada pelo curador Shane Smith como uma das "5 cineastas para se acompanhar" ("5 filmmakers to watch") do Short Cuts International no site Co- Create. O filme foi um dos curtas mais premiados do Brasil em 2014, com mais de 15 prêmios de melhor filme e roteiro, além de ter sido exibido em mais de 200 Festivais pelo mundo. Atualmente online, foi eleito “Best of The Year” no Vimeo Staff Picks, destaque feito pela equipe do Vimeo, uma importante plataforma de difusão de conteúdo independente - o vídeo até hoje soma 161 mil visualizações apenas nesse site.

Carolina foi uma dos 10 jovens cineastas internacionais convidados para o TIFF Talent Lab 2015, com os mentores Wim Wenders e Jim Stark. Também foi selecionada para o Berlianale Talents 2018 e para a Filmmakers Academy – Locarno 2018.

Seu terceiro curta, Postergados, venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Gramado 2017 e estreou internacionalmente no Festival de Biarritz 2017.

Namoro à Distância, seu quarto curta-metragem, teve sua première mundial no TIFF - Festival Internacional de Toronto 2017, e americana no SXSW 2018. Esteve nas seleções oficiais de Tampere, Atlanta, Palm Springs e Melbourne e outros.

O Órfão, seu mais recente filme, estreou em na Quinzena dos Realizadores em Cannes, onde foi o vencedor da Queer Palm. Considerado um sucesso artístico e de público, foi selecionado para mais de 100 festivais, incluindo Locarno, Toronto, SXSW, AFI e já conquistou mais de 50 prêmios como menção do júri em SXSW, melhor filme em Biarritz, Queer Lisboa e Vinã del Mar, além de ter sido eleito um dos favoritos do público do maior evento de curtas da América Latina, o 29o Festival Internacional de Curtas, onde também ganhou o prêmio de melhor filme pelo júri. É considerado um dos curta-metragens mais premiados de 2018 mundialmente, além de ter sido recentemente qualificado para concorrer ao Oscar de Melhor Curta Metragem.

Em 2019 foi convidada a fazer parte da SEE Factory, onde codirigiu e co-escreveu um curta-metragem exibido na abertura da Quinzena dos Realizadores em Cannes, SPIT.

É cocriadora da série Ninguém está olhando, de Daniel Rezende, produzida pela Netflix com estreia prevista para o final de 2019.


Recentemente, Carolina foi apontada pela Indiewire como sendo uma dos "Mais instigantes novos cineastas" (“Most exciting new filmmakers”) da atualidade.

   
   
 
 
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